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O futuro está bem mais perto: PadBot na Acadef.

Equipe da Associação Canoense de Deficientes Físicos (Acadef) conheceu tecnologia de telepresença.
Imagina a possibilidade de estar em dois lugares ao mesmo tempo. Parece distante, mas é possível. E mais acessível do que se imagina. A tecnologia da telepresença foi apresentada ontem na Associação Canoense de Deficientes Físicos (Acadef) pelo médico Luciano Eifler, sócio investidor da IEK Sistemas Eletrônicos, empresa de São Leopoldo que trouxe os robôs da China e comercializa o sistema no Brasil. Uma estrutura com um tablet que pode circular e “leva” a pessoa para outro ambiente, onde pode conversar tranquilamente com os demais.O PadBot é acionado com Internet (pode ser wi-fi ou 4G). Atualmente, o equipamento é usado no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, dentro da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os robôs de telepresença se deslocam com facilidade e, por meio de vídeoconferência, auxiliam na comunicação entre médicos, pacientes e familiares. “Temos o exemplo de um paciente no Oswaldo Cruz que tem um único filho, que mora em Londres. Por meio do robô, ele podia conversar com o rapaz”, comenta o diretor da IEK, Giovane Kochhann. O mais impressionante, no entanto, é o valor de um PadBot. Segundo Kochhann, o equipamento completo custa cerca de R$6 mil, “Preço de um bom notebook”, compara. A ideia, conforme ele, é popularizar para que a tecnologia torne-se possível para mais gente. Por isso a demonstração na Acadef nesta terça-feira.

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